quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Encontro Mundial da Juventude da Renovação Carismática Católica - 2012
Em julho de 2012, jovens carismáticos de diversos lugares do mundo estarão reunidos no Brasil para mostrar que sua esperança está em um só nome: Jesus. Veja o vídeo de divulgação do Encontro Mundial de Jovens da RCC.
O que é a escravidão de amor?

O que é a escravidão de amor?
São Luís Grignion explica isto muito bem. A escravidão, entre os antigos, era imposta. Os pais tinham o direito de vender seus filhos como escravos, e era imposta, portanto, pelo pátrio poder. Era imposta pelos reis, que podiam vender seus súditos. Mas era sobretudo imposta pela guerra. Quando um país ganhava uma guerra contra outro, todos os súditos do país vencido passavam a ser escravos do país vencedor. Todo vencido de guerra era escravo.
São Luís Grignion diz bem que não é esta a escravidão de amor. Ela é um vínculo de dependência que nós aceitamos em relação a Nossa Senhora, porque amamos Nossa Senhora. Quer dizer, nós A queremos tanto, temos nEla tal confiança, que queremos fazer tudo quanto Ela quer, como um escravo quer fazer tudo que seu senhor quer. É uma dependência de amor. Não é imposta pelo despotismo, não é imposta pela força, é imposta pelo amor.
No que consiste isto? Consiste naquela união que Nosso Senhor já defendeu no Evangelho, quando falou dos apóstolos que não eram unidos a Ele. Ele disse: "Nem as vossas cogitações são as minhas cogitações, nem as vossas vias são as minhas". Isto quer dizer que quando as pessoas têm o mesmo pensamento, o mesmo querer e o mesmo agir, elas estão unidas.
Sendo Nossa Senhora a Rainha do Céu e da Terra, se eu tiver todas as cogitações de Nossa Senhora, quiser tudo o que Nossa Senhora quer e fizer tudo quanto Ela quer que eu faça, estarei unido a Nossa Senhora. Se minha vida é um contínuo fazer assim, sou escravo de Nossa Senhora. Mas sou escravo de amor, porque resolvi fazer isso pelo amor que tenho a Ela. Ela tinha esse direito, e resolvi atender o direito dEla. É uma alta e transcendental união de alma, que por essa forma se exprime, e que dá, de fato, numa obediência: porque Ela pensa, eu penso; Ela quer, eu quero; Ela quer que eu faça, eu faço. Eu dependo dEla em tudo.
Obediência

VIDA CONSAGRADA NAS NOVAS COMUNIDADES
Caríssimos irmãos e irmãs,
O objetivo e a motivação dos três conselhos evangélicos, Pobreza, Castidade e Obediência, consiste em unir-se a Cristo de coração totalmente liberto pela graça, em uma vida pobre, casta, e obediente, pelas obras do Reino de Deus.
As novas comunidades representam, dentro da Igreja, as vocações surgidas entre os leigos e assumidas por homens e mulheres que se sentiram chamados a testemunhar Jesus em suas vidas de modo integral. É o oferecimento da própria vida a Deus, sem meio termo e nem subterfúgio.
Essa vocação está presente desde o início do cristianismo e se expressou inicialmente na vida religiosa, monástica e eremítica das antigas ordens e sociedades de vida apostólica e, hoje, as novas comunidades com um estilo específico caracterizado pela possibilidade de agregar pessoas solteiras e casadas que querem viver como consagrados.
O documento da Congregação para os institutos de vida Consagrada, com o tema “Vida Fraterna em Comunidade”, elaborado em 1994, assegurou: “A obediência é um ‘sim’ ao plano de Deus que confiou uma tarefa especial a um grupo de pessoas. Comporta uma ligação com a missão, mas também com a comunidade que deve realizar aqui e agora seu serviço; exige também um lúcido olhar de fé sobre os superiores que ‘desempenham sua tarefa de serviço e de guia’ e devem tutelar a conformidade do trabalho apostólico com a missão. E assim em comunhão com eles se deve realizar a divina vontade, a única que pode salvar”.
Pe. Márcio Henrique Mendes Fernandes
Vigário Geral da Diocese de Campina Grande
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Formação na Obra!


Tecendo o fio de ouro
É conduzido por membros da Comunidade Shalom. Tem por objetivo conduzir os participantes a cura interior, auto-conhecimento, discernimento de seu estado de vida e da vontade de Deus para si mesmo.
De uma forma ou de outra, todos os santos falam na necessidade do autoconhecimento para se chegar ao Deus verdadeiro e dos perigos que a falta de conhecimento de si representam para a vida espiritual, para a maturidade humana e capacidade de amar. É este também o princípio do livro, que propõe um retiro para o autoconhecimento e a cura interior, tocando em questões cruciais como a identidade sexual e o discernimento da vocação pessoal (estado de vida), e chegado à proposta do Projeto Pessoal de Vida como via concreta para uma vida mais santa e madura, direciona para a caridade. É indicado para todas as pessoas que desejam crescer no autoconhecimento, aprofundar-se na cura interior e reorientar todas as áreas do seu ser segundo o amor. É indicado, ainda, para cursos intensivos ou semanais visando o autoconhecimento, a cura interior e o projeto de vida, sempre com vistas ao amor.
Vários membros da Obra estão realizando essa formação e estão amando, em breve postarei alguns testemunhos aqui!!! Indicamos:"TECENDO O FIO DE OURO"!!!
sábado, 26 de novembro de 2011
1º DOMINGO DO ADVENTO 2011
1º DOMINGO DO ADVENTO
27 de novembro de 2011
1. Aprofundando os textos bíblicos: Isaías 63,16b-17 .19b; 64,2b-7; Salmo 80(79); 1Coríntios 1,3-9; Marcos 13,33-37
Neste início do advento e do ano litúrgico, Marcos conclui o seu discurso escatológico acentuando a exortação à vigilância, como meio de preparar a vinda do Senhor. O convite a vigiar, repetido ao longo do texto, é um apelo dirigido a todos os cristãos, neste tempo especial da graça de Deus revelada em Cristo, o Messias Salvador. O exemplo do homem que, antes de viajar, delega tarefas a seus servos ressalta a necessidade de continuarmos a missão de Jesus, na fidelidade ao projeto de Deus. A figura do porteiro, que espera vigilante a chegada de seu patrão, nos ensina a permanecer despertados para abrir as portas e acolher o Senhor que vem ao nosso encontro. O Senhor, o Kyrios, chega quando menos se espera, a qualquer hora da noite (v.35) e manifesta sua presença de salvação nos acontecimentos da vida de cada dia. Ele inaugura uma nova páscoa, uma noite de vigília (Ex 12,42) até que amanheça o dia da realização plena de seu Reino. Sua presença liberta da escuridão porque Ele é a luz que ilumina e guia no caminho. Por isso, suas palavras despertam uma atitude de esperança, que conduz a um compromisso dinâmico na construção do Reino. Na 1ª leitura, o povo, numa situação social e política de dependência e desolação, em meio à fragilidade, como um vaso de argila, espera o socorro de Deus, com confiança. Paulo, na 2ª leitura, ao contemplar a fidelidade dos cristãos de Corinto, rende graças a Deus, motivando-os a crescer na comunhão com Cristo que os torna irrepreensíveis, enquanto aguardam a manifestação plena da salvação.
2. Atualizando
O Senhor nos protege como Pai e Redentor, pois somos obra de suas mãos. Ele nos desperta para acolhermos os sinais de sua manifestação, comprometidos em construir um mundo novo. Que ele nos encontre sempre na vigilância da fé, oração, ocupados com seu Reino.
3. A palavra de Deus na celebração
A oração das comunidades primitivas - Vem Senhor Jesus – que se encontra no centro da prece eucarística, é acentuada no advento, sobretudo, no primeiro domingo.
4. Dicas e sugestões
O espaço da celebração deve estar despojado e sóbrio. Um tronco com um broto ajuda a simbolizar o sentido da espera. Outras sugestões vejam no Dia do Senhor, Ciclo do Natal, ABC, p. 71-75.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
A importancia das Novas Comunidades

Formações
A importância das Novas Comunidades na Igreja
Nelas, Jesus é amado, servido e adorado verdadeiramente
A fim de apresentar e discutir as ações dos movimentos eclesiais na Igreja, a Canção Nova realiza – de 18 a 20 de setembro – o Encontro das Novas Comunidades. Mas, afinal, você sabe qual é a importância dessas obras de evangelização? Confira, neste artigo do professor Felipe Aquino, qual é a função delas no Catolicismo.
"O Papa João Paulo II pediu à Igreja uma 'Nova Evangelização', com 'novo ardor, novos métodos e nova expressão'. Certamente, o Sumo Pontífice sentiu no coração essa inspiração de Deus em face dos grandes desafios da Igreja no século XXI: um laicismo agressivo contra a Igreja Católica, a presença das seitas que retiram os filhos de Deus dessa instituição; a aprovação e propaganda de muitas práticas ofensivas a Deus, como o aborto, a eutanásia, a manipulação de embriões humanos, a prática homossexual, entre outros, as quais o nosso querido Papa Bento XVI chama de 'ditadura do relativismo', que quer nos fazer crer que a verdade não existe e que cada um faz a sua.
Creio que essa Nova Evangelização está acontecendo com as Novas Comunidades. Nota-se aí a 'nova expressão' de vida cristã pedida pelo Santo Padre. Aí está um 'novo ardor' no fogo do Espírito Santo; e 'novos métodos' de evangelizar, sobretudo, pelos meios de comunicação. A Igreja já não está mais andando de carroça no asfalto.
O Espírito Santo, que é alma da Igreja, sempre a socorre especialmente nos momentos mais difíceis de sua história. Nos tempos modernos, Ele suscitou – a partir do Concílio Vaticano II – uma 'Primavera na Igreja', como declarou João Paulo II. As flores e os frutos dessa Primavera podem ser vistos, sobretudo, nos Novos Movimentos e nas Novas Comunidades de Vida e de Aliança, envolvendo especialmente os jovens, que deixam tudo, os prazeres do mundo, a família, para servir a Deus unicamente.
Assim, é notório e inegável que uma das grandes obras que o Espírito Santo tem feito na Igreja, nos últimos quarenta anos, como um fruto, sobretudo da Renovação Carismática Católica [RCC], são as Novas Comunidades de leigos e consagrados, que se multiplicam a cada dia. Só no Brasil já são centenas dessas comunidades; algumas de vida; outras de aliança; e muitas com as duas opções.
Elas são como que 'um rosto novo da Igreja' que surge; fiel às suas origens. Sou testemunha de que elas resgatam a vivência do Cristianismo puro, observando toda a riqueza da nossa fé católica. A reza do Rosário foi resgatada – prática antes tão abandonada – e é para as Novas Comunidades alimento espiritual diário indispensável. Da mesma forma, a Santíssima Virgem Maria é venerada com todas as honras a que tem direito como Mãe de Deus. E o povo voltou a rezar o Terço, a Ladainha Lauretana, o Ofício da Imaculada, a fazer peregrinações aos santuários marianos…
Nelas [Novas Comunidades], Nosso Senhor Jesus Cristo é amado, servido e adorado verdadeiramente como Senhor e Salvador. O que importa é que o Seu Reino seja implantado na terra pela evangelização; missão primeira dessas Comunidades. Os jovens são evangelizados com ardor e parresia, a castidade lhes é apresentada como uma fonte de vida; os casais são chamados a viver a fidelidade a Deus e ao cônjuge, entre outros.
Os Sacramentos são vividos com toda a intensidade e plenitude; sobretudo, a Confissão e a Eucaristia são amadas e desejadas. A bênção do Santíssimo Sacramento – tão abandonada antes – agora é celebrada com alegria, fé e profundidade. A adoração do Santíssimo, como tem pedido Sua Santidade, já há muito é realizada nas Novas Comunidades, especialmente pela realização do "Cerco de Jericó", por meio do qual o Senhor Eucarístico é adorado por sete dias e sete noites ininterruptas.
Os carismas de serviço são os mais variados em cada uma delas: algumas se dedicam a recuperar jovens drogados e viciados no álcool; outras se dedicam aos mendigos e abandonados; outras se dedicam à evangelização pelos meios de comunicação, e muitas coisas mais. Nas Comunidades Novas a hierarquia da Igreja é amada; a sua necessidade é entendida; e trabalha-se em comunhão com ela. E isso é fundamental, pois assim, evita-se o perigo de ser formar "igrejas paralelas" ou independentes da única Igreja que Cristo instituiu.
Assim como na unidade dos membros de uma Comunidade está a força desta, assim também na unidade das Novas Comunidades entre si estará a força da Igreja. Cada Comunidade tem que se sentir irmã das demais e responsável por cada uma delas. Não pode haver rivalidade e competição entre elas; ao contrário, é preciso haver amor e auxílio mútuo.
O carisma e o serviço próprio de cada uma devem estar sempre à disposição das outras para que todas se edifiquem e juntas construam o Reino do Senhor na terra. Não pode haver a menor concorrência entre uma Comunidade e outra, pois isso seria a negação da caridade e do serviço ao Reino.
Para se enfrentar o secularismo avassalador de nossos dias, as Comunidades são imprescindíveis, mas para isso precisam ser fortes; e essa força depende muito da comunhão entre elas. Os seus líderes e coordenadores precisam se conhecer de perto, partilhar seus problemas, ajudarem-se reciprocamente: tudo para a edificação do Reino de Deus.
Praticamente não há hoje uma diocese no Brasil e no mundo que não se beneficie do bom trabalho dessas Comunidades de Vida e de Aliança, que a serviço da evangelização estão aí presentes. Com isso, multiplicam-se as rádios católicas, jornais, revistas, retiros, acampamentos, shows, aprofundamentos, trazendo o povo de Deus de volta para a Igreja. As Comunidades e os movimentos eclesiais estão ajudando a Igreja a devolver Deus para aqueles que estavam perdidos".
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Retiro Interno CV 2011
Quem esteve conosco nos dois dias foi a Comunidade Missionária Elyon, de SJC.
O retiro começou com um chamamento individual à santidade, " o Senhor pregava às multidões, mas chamou apenas 12 para serem seus discípulos".
Durante as pregações o Senhor reclamava a "autoria de sua obra", colocar Deus no centro denovo, Deus lugar de Deus, a combater o mau decididamente, com uma vida autênticaVIDA DE ORAÇÃO, não somente no grupo de oração, mas em cada minuto da nossa vida, zelando por nós, pelos nossos e pela obra que construímos com nossas lágrimas, suor e perseverança.
No domingo de manhã começamos com uma exortação, um chamamento à renúncia, não do pecado apenas, pois este é o básico de todo cristão, mas uma vida de renúncia à si mesmo, para aqueles que querem ir além da multidão, para aqueles que querem ser AMIGOS DE DEUS,
O retiro finalizou com um convite á vida missionária e uma partilha entre os irmãos presentes sobre o que Deus nos pedia e como transformar esta vivência em gestos concretos.
O retiro começou com um chamamento individual à santidade, " o Senhor pregava às multidões, mas chamou apenas 12 para serem seus discípulos".
Durante as pregações o Senhor reclamava a "autoria de sua obra", colocar Deus no centro denovo, Deus lugar de Deus, a combater o mau decididamente, com uma vida autênticaVIDA DE ORAÇÃO, não somente no grupo de oração, mas em cada minuto da nossa vida, zelando por nós, pelos nossos e pela obra que construímos com nossas lágrimas, suor e perseverança.
No domingo de manhã começamos com uma exortação, um chamamento à renúncia, não do pecado apenas, pois este é o básico de todo cristão, mas uma vida de renúncia à si mesmo, para aqueles que querem ir além da multidão, para aqueles que querem ser AMIGOS DE DEUS,
O retiro finalizou com um convite á vida missionária e uma partilha entre os irmãos presentes sobre o que Deus nos pedia e como transformar esta vivência em gestos concretos.

Por Juliana Oliveira
domingo, 20 de novembro de 2011
Obra Cristo Vive em Retiro Interno
Não tenho dúvida que será de grande proveito esses dois dias de oração, partilha e planejamento! Temos 15 anos de história, tempo que percebemos o Senhor nos dando experiência o suficiente para concertarmos o que supostamente possa estar errado, esse retiro servirá para isso...recomeçar com alegria e mergulhar como todo o amor em nossa missão de "ANUNCIAR AO MUNDO QUE CRISTO VIVE!!!
Bom Retiro irmãos...Paz e Bem!!!

Beto
sábado, 19 de novembro de 2011
A força da juventude de Cristo

Na Igreja, leigos e clérigos (clero) têm a mesma dignidade e igual valor, porém com hierarquias distintas na sociedade. A missão para nós, leigos, é construir e reconstruir o mundo segundo o modelo do Reino de Deus, de acordo com o Catecismo da Igreja Católica, o YOUCAT, livro este editado em ocasião especial para a Jornada Mundial da Juventude em Madri (2011). Por outro lado, os religiosos (sacerdotes, freiras, monges) tem o papel do governo eclesial, ou seja, como pastores, ensinar e conduzir o seu rebanho à doutrina da Igreja deixada por Jesus, que é o caminho de santificação através dos sacramentos.
Assim como Jesus foi enviado por Deus para viver em meio aos homens para transmitir o verdadeiro amor e a palavra de salvação, devemos com o nosso próprio testemunho de vida transmitir esse amor. A cada um Deus preparou um caminho, seja como leigo ou como religioso. É preciso, na busca da intimidade com o Senhor, escutar a Sua voz e estar aberto ao entendimento e discernimento da proposta que Ele nos oferece como vocação.
O jovem também é chamado a viver este caminho de santificação. Deus quer uma igreja jovem, uma igreja viva. A juventude significa esperança e alegria! O jovem é chamado a testemunhar a vida de Cristo nos lugares em que frequenta, como a escola, faculdade, no trabalho, no grupo de amigos. “Também os jovens devem refletir seriamente sobre o lugar em que Deus os quer” – YOUCAT, pág 86.
Eu estive na JMJ em Madri, fazendo a cobertura jornalística pelo Portal Católico e foi um evento indescritivelmente maravilhoso. O olhar de cada peregrino transmitia a todo instante a alegria e o entusiasmo de servir a Deus e a sua Igreja. Estavam presentes cerca de dois milhões de jovens de todas as partes do mundo, dos cinco continentes. Para a minha surpresa encontrei católicos da China, Iraque e também da Palestina.
Espalhados pela acolhedora cidade de Madri, os jovens caminhavam carregando nas mãos as bandeiras de seus respectivos países e, quase sempre, cantando músicas cristãs em suas línguas.
O que chamou minha atenção foi esta energia que impulsionou todos esses jovens a sair de suas casas, de lugares tão longes, para estarem reunidos em um único lugar para celebrar a vida de Jesus, e ainda mais, mostrar ao mundo a força desta juventude que está mais do que viva.
São jovens que acreditam no amor, na paz e na esperança em Deus. Jovens que rezam, amam, choram, que vivem, que perdoam, que esperam, que dão risada, que vão ao cinema, que se divertem, que namoram, que se respeitam, que fazem esportes, que tocam instrumentos, que cantam, que acreditam na promessa de Jesus.
Era visível a sede desta juventude em buscar o Reino de Deus. Foram momentos preciosos que vivi nesta JMJ, na Espanha. Deus quer que, nós jovens, movimentemos a Igreja, dando vida aos seus ensinamentos, virtudes e valores.
Em 2013, o Brasil sediará a próxima JMJ e são esperados mais de 3 milhões de jovens! Será a nossa vez de provar mais uma vez para mundo a força de uma juventude que busca a vida em santidade e que caminha ao encontro de Jesus Cristo.
Bruno Castro
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Chegada da Cruz!
Entre os dias 14 e 15 de novembro, o Santuário Nacional de Aparecida acolheu centenas de jovens de todas as partes do Brasil para a 3ª Romaria Nacional da Juventude. Em virtude da Jornada Mundial da Juventude de 2013, que será realizada no Brasil, o Santuário Nacional acolheu os dois maiores símbolos das Jornadas: A Cruz dos Jovens e o ícone de Nossa Senhora.
Para a ocasião, diversas atividades para a juventude foram programadas, como uma vigília de oração na noite do dia 14 de novembro.
As atividades começaram no dia 14 às 19h com uma concentração na Praça da Catedral em Guaratinguetá (SP) e caminhada em procissão com a Cruz e Ícone de Nossa Senhora até o Santuário Nacional.
A vigília com a juventude aconteceu as 23h até as 5h. Ainda no feriado da Proclamação da República, a juventude participou de uma palestra e show com padre Fábio de Melo e de uma celebração especial, presidida pelo Cardeal arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Oque é um Grupo de Oração?
O G.O. é a célula fundamental da Renovação Carismática Catolica, é a expressão máxima e principal da RCC, tendo três momentos distintos: núcleo de serviço, reunião de oração e grupo de perseverança.
Podemos também definir Grupo de Oração como sendo uma comunidade carismática que cultiva a oração, a partilha e todos os outros aspectos da vivência do Evangelho, a partir da experiência do batismo no Espírito Santo.
Trata-se de uma reunião semanal na qual um grupo de fiéis coloca-se diante de Jesus, sob a ação do Espírito Santo, para louvar e glorificar a Deus, participar dos dons divinos e edificar-se mutuamente.
O grupo de oração da RCC não deve esquecer, obviamente, de sua identidade carismática. Os outros grupos dentro de outras experiências são importantes para a Igreja e para as pessoas, mas o Grupo de Oração carismático tem características próprias: Batismo do Espírito Santo e o uso dos Carismas.
Cada Grupo de Oração precisa ser, na Igreja e no mundo, rosto e memória de Pentecostes, assumir a responsabilidade pela transformação da nossa cultura, criando não só na Igreja, mas no mundo todo, uma cultura de Pentecostes através da qual todos busquem a construção do Reino de Deus. A vivência dessa vocação da Renovação Carismática pede uma consagração sincera de cada um de nós, sem reservas, mantendo a perseverança até nossa Páscoa definitiva.
Um Grupo de Oração cumpre bem sua missão quando seus integrantes vivem plenamente a vida de oração, pessoal e comunitária, aliada à formação, guardiã dos carismas.
Obra de Evangelização Cristo Vive
Boa Noite!
Queridos irmãos, estou criando esse blog com o propósito de uma comunicação alternativa entre os membros da obra Cristo Vive e todos nossos amigos...aqui podemos registrar nossas idéias e opiniões, além da nossa agenda! Conto com a colaboração de todos...Paz e Bem!!!!

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